Aceleração da Aprendizagem

Todos nós, independentemente de qualquer diagnóstico, somos capazes de aprender. Algumas pessoas precisam de situações de ensino mais bem estruturadas, ou estruturadas de um forma diferente, para aprender. Essas premissas norteiam nosso trabalho de aceleração da aprendizagem voltado para crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro do Autismo e quadros assemelhados. Avaliações constantes, currículos e programas de ensino individualizados, participação de pais e/ou cuidadores são algumas das características do nosso trabalho nesta área. Todo este trabalho é baseado na literatura científica originada na ciência chamada Análise do Comportamento, com ênfase na área chamada de Análise do Comportamento Aplicada (ABA).



Supervisão Técnica

Me. Gleidson Gabriel (CRP 01/14812)

Psicólogo | Supervisão Geral

Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Especialista em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário IESB. Psicólogo pelo Centro Universitário IESB. (currículo lattes)

Dr. Márcio Moreira (CRP 01/15515)

Psicólogo | Supervião de Currículos

Doutor em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília (UnB). Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Psicólogo pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). (currículo lattes)

Nossa equipe

prossionais experientes e integrados

Ana Raquel Queiroz Amaral

Psicologia, CRP-DF 01196

Isabele Raiana de Mendonça Rangel

Psicologia, CRP-DF 18631

Norma Abadia Machado de Barros

Fonoaudiologia, CREFONO-DF 6789



Como trabalhamos

Aprendizagem, independência e qualidade de vida

Análise do Comportamento Aplicada (ABA)

Referêncial teórico e metodológico apontado pela literatura científica como um dos mais eficazes para lidar com o autismo.

Pais participam

Quer acompanhar cada sessão realizada com seu filho? Você é nosso convidado, fazemos questão de ter você participando conosco.

Avaliação inicial

Avaliamos o repertório comportamental já existente (o que ele já sabe fazer?) e a partir daí planejamos as atividades.

Registro do desenvolvimento

Cada novo passo é registrado e avaliado. Assim, tanto você como nossa equipe podem avaliar com precisão a eficácia das intervenções.

Currículos comportamentais personalizados

O que precisa ser ensinado? Em qual sequência? Quais são os pré-requistos para cada passo aprendido? Para isso, elaboramos currículos.

Interdiciplinaridade e supervisão

Equipe formada por psicólogos (analistas do comportamento) e fonoaudiólogos e supervisionada por mestres e doutores.

Acompanhante terapêutico

Quando necessário, acompanantes terapêuticos auxiliam nas atividadas dentro e fora da clínica.

Atividades internas e externas

Além da atividades na clínica, realizamos passeios, encontros e atividades direcionadas em diversos ambientes.

Agende um horário!

Veja abaixo os horários disponíveis no momento. Clique no dia da semana para ver os horários e depois clique em "AGENDAR".

Não há horários disponíveis no momento para terça.
Não há horários disponíveis no momento para quarta.
Não há horários disponíveis no momento para sexta.

Não encontrou a informação que buscava aqui no site? Então, fale conosco.

Clique no botão "FALE CONOSCO" e escolha um dos nossos canais de comunicação.

Galeria de Fotos



Um pouco da literatura científica que embasa nosso trabalho...

Some generalization and follow-up measures on autistic children in behavior therapy. Lovaas, Koegel, Simmons e Long (1973) Increasing autistic children’s spontaneous verbalizations of affection: An assessment of time delay and peer modeling procedures. Charlop e Walsh (1986) Training parents to use the natural language paradigm to increase their autistic children’s speech. Laski, Charlop e Schreibman (1988) Estudos sobre autismo em análise do comportamento: aspectos metodológicos. Goulart e Assis (2002) Translating multiple assessment techniques into an intervention selection model for classrooms. Mueller, Edwards Trahant (2003) Effects of teacher-directed versus student-directed instruction on self-management of young children with disabilities. Mithaug e Mithaug (2003) Using Video Modeling and Reinforcement to teach perspective-taking skills to children with autism. Leblanc e colaboradores (2003) A descriptive analysis of potential reinforcement contingencies in the preschool classroom. McKerchar e Thompson (2004) Assessing and Treating Vocal Stereotypy in children with Autism. Ahearn, Clark, MacDonald e In Chung (2007) The Effects of Programming Common Stimuli for Enhancing Stimulus Generalization of Academic Behavior. Mesmer, Duhon e Dodson (2007) Establishing a Generalized Repertoire of Helping Behavior in Children with Autism. Reeve e colaboradores (2007) Desempenho de pessoas com autismo em tarefas de emparelhamento com o modelo por Identidade: efeitos da organização dos estímulos. Gomes e Souza (2008) Parent-implemented script fading to promote play-based verbal initiations in children with autism. Reagon e Higbee (2009). The effects of differential reinforcement of unprompted responding on the skill acquisition of children with autism. Karsten e Carr (2009) Equivalência de estímulos e autismo: uma revisão de estudos empíricos. Gomes, Varella e Souza (2010) Revisão histórica de pesquisas em Análise do Comportamento e educação especial/inclusão publicadas no Jaba entre 2001 e 2008. Nicolino e Zanotto (2010) Análise funcional do comportamento autolesivo. Ceppi e Benvenuti (2010) Spontaneous communication in autism spectrum disorder: A review of topographies and interventions. Duffy e Healy (2011) Promoção de interações sociais entre colegas e criança autista em ambiente de inclusão. Nicolino e Malerb (2011) Using audio script fading and multiple-exemplar training to increase vocal interactions in children with autism. Garcia-albea, Reeve e Reeve (2014) Promoting Social Interactions and Job Independence for College Students with Autism or Intellectual Disability: A Pilot Study. Gilson e Carter (2016) Video Modeling and Observational Learning to Teach Gaming Access to Students with ASD. Spriggs, Gast e Knight (2016)